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15.08.2014
Tempo de leitura: 3 minutos

Lançamento da 3° edição da campanha É da nossa conta no semiárido.

No dia 12 de agosto foi lançada nacionalmente a campanha É da nossa conta!, que busca colaborar com a erradicação do trabalho infantil e promover o trabalho adolescente protegido. A campanha da Fundação Telefônica Vivo, conta com a parceria da UNICEF e da OIT, teve sua terceira edição lançada na cidade de Juazeiro, na Bahia.
Segundo Rita Batista, mestre de cerimônia do evento, “A campanha é fruto de uma ação coletiva e colaborativa, comprometida com a causa dos direitos das crianças e adolescentes”.
O foco prioritário das ações será o semiárido, região brasileira onde o trabalho infantil é mais abundante. E contará com o apoio de autoridades políticas locais, que estiveram presentes à solenidade de lançamento junto à Presidente da Fundação, Gabriella Bighetti e o representante do UNICEF.
Na plateia, além dos organizadores, crianças, adolescentes, professores, especialistas sociais e representantes da comunidade local estavam reunidos para debater a questão do trabalho infantil. Gabriella agradeceu aos presentes e ressaltou: “Essa campanha não é feita apenas dentro de casa, só com os parceiros. É uma campanha colaborativa, desenhada com a sociedade – e, nesta terceira edição, conta com atores sociais do Semiárido brasileiro”.
O lançamento foi permeado por debates sobre a Lei de Aprendizagem, a importância da educação como saída do trabalho infantil e a da família no cuidado de crianças e adolescentes, além da apresentação de vídeos da campanha com depoimentos de personalidades como Gilberto Gil e Raimundo Fagner. Diferentes parceiros estiveram presentes e apoiaram a campanha: os estados – Aldeias Infantis (RN), ChildFund (MG), IFAN (CE), PLAN(MA) e Visão Mundial (PE e AL) – são fundamentais para multiplicar as informações e agir na região do semiárido.
Segundo a secretária de Desenvolvimento e Igualdade Social de Juazeiro, Célia Regina Carvalho, a grande dificuldade enfrentada por quem atua na erradicação do trabalho infantil é pedir aos pais que mantenham seus filhos na escola sem oferecer uma contrapartida de trabalho ou renda: “Temos oportunizado cursos de formação profissional aos pais para que seus filhos possam frequentar a escola”, diz. A mesma ainda afirma que “98% das crianças cujas famílias recebem o programa de transferência de renda do governo têm atendimento escolar. E agradecemos o apoio da Fundação Telefônica.”
A ideia da campanha é mobilizar parceiros, governo e a sociedade. Para tanto, foram desenhadas ações especificas para cada público alvo: cerca de 80 mil famílias em 280 municípios, além de conscientizar também empregadores e os próprios jovens.
Um dos objetivos é sensibilizar e mobilizar 35 milhões de pessoas em todo o país a fim de reconhecer as formas de trabalho infantil e os locais onde ele acontece. Essa ação se dará por meio das redes sociais, Facebook e Twitter estimulando todos a buscar alternativas a essa forma de trabalho.
Saiba mais sobre a campanha no site Promenino e acompanhe as ações pelas nossas redes sociais.


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