Nota técnica "Educar na era da Inteligência Artificial: Caminhos para a BNCC Computação"

Notícias

11.02.2014
Tempo de leitura: 2 minutos

Conectados e Engajados

O levantamento Juventude Conectada feito pela USP e pelo IBGE demonstrou que 35% dos jovens se consideram ativistas virtuais engajados. Saiba mais!

Dados da pesquisa Juventude Conectada demonstram que 35% dos jovens brasileiros se consideram ativistas engajados na internet.

O levantamento, feito pela USP e pelo IBGE e encomendado pela Fundação Telefônica, aponta que entre as atividades destes engajados virtuais estão a distribuição de informações nas redes sociais, assinatura de abaixo assinados e petições e a utilização da web como forma de mobilização para protestos e eventos presenciais.

A pesquisa “Juventude Conectada” será publicada em sua totalidade no mês agosto de 2014, porém sua prévia traz números que mostram a dimensão e a importância do universo digital para o engajamento da juventude em temas da esfera pública e política, por exemplo, a divisão entre os jovens engajados no ativismo digital (35%), os jovens que não se importam e estão distantes do tema (18%) e os imparciais (41%).

Outra informação importante que pode ser inclusive cruzada com o ativismo digital que ocorreu durante a Primavera Árabe, por exemplo, são as redes sociais preferidas para se posicionar como ativista: Facebook, e-mail e Twitter lideram a preferência com 56% se somados, já Blogs e sites de notícias estão no meio com a preferência de 17% dos jovens e sites de protesto junto ao quase inacessado Orkut somam 24% das preferências.

No ambiente real
 

Ativistas ou não, 41% dos jovens já assinaram abaixo-assinados e petições, 38% participaram de protestos fora do ambiente virtual e 31% dos jovens dizem tomado parte de debates sobre temas relevantes para a sociedade.

As conclusões desse estudo são aguardadas com ansiedade pela Fundação Telefônica, que trabalha com diversos projetos digitais voltados para jovens em todo o país, e que desde antes dos protestos de julho de 2013 já possuía um interesse profundo em conhecer melhor o comportamento dos mesmos em relação a assuntos públicos na internet. Porém, após as grandes mobilizações do ano passado, a urgência dessa demanda aumentou e a importância do estudo será incalculável tanto para a Fundação quanto para a sociedade.


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