Nota técnica "Educar na era da Inteligência Artificial: Caminhos para a BNCC Computação"

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21.11.2017
Tempo de leitura: 2 minutos

Nova Zelândia é o 1º país do mundo a ter visto exclusivo para empreendedores sociais

Facilidade na abertura de empresa e um mercado reduzido fazem da Nova Zelândia o sonho de quem quer incubar projetos e testar ideias

A Nova Zelândia, com população de 4,6 milhões de habitantes, menor que a da cidade de São Paulo, foi o primeiro país a criar um visto exclusivo para empreendedores sociais – o Global Impact Visa (GIVs). A iniciativa inédita, colocada em prática neste ano, reforçou a vocação do lugar como um dos melhores para empreender no mundo.

Na terra dos kiwis, como são conhecidos os neozelandeses, o tempo médio para se abrir uma empresa é de um dia, e o processo pode ser feito inteiramente online, com todos os impostos e trâmites detalhados para facilitar a vida de quem preenche.

Possibilidades

Para atrair cada vez mais empreendedores de diversas partes do mundo, além do visto, foi criada também a bolsa Edmund Hillary Fellowship. Ela oferece um programa de até três anos para empreendedores desenvolverem seus protótipos sociais na Nova Zelândia. “No país, existe uma cultura de colaboração grande e um mercado pequeno, o que o torna uma nação ideal para incubar novas ideias”, explica a empreendedora brasileira Sandra Chemin, que mora há quatro anos no país da Oceania. Ela trabalha na Enspiral, uma rede internacional de colaboradores voltada para o desenvolvimento de ideias de transformação social.

O critério de seleção mais importante é o impacto: o empreendedor deve ter uma ideia de alto impacto global e mostrar que é capaz de gerenciá-la tanto no nível técnico quanto de manutenção. A cada semestre, 50 empreendedores podem se candidatar.

Como também é embaixadora do Edmund Hillary Fellowship, Sandra está a caminho do Brasil, para conhecer alguns empreendedores e empreendedoras que desejam se inscrever. E está animada!  “O empreendedor brasileiro está entre os mais criativos do mundo. Por não contar com apoio para a abertura de empresa, enfrentar burocracia e ter poucas fontes de investimento público, ele constantemente precisa reinventar o seu negócio para que ele sobreviva. Vai ser incrível contar com brasileiros no time de empreendedores que querem mudar o mundo!”


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