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29.05.2026
Tempo de leitura: 9 minutos

Dia dos Voluntários mobiliza mais de 10 mil colaboradores e beneficia 52 instituições em todo o Brasil

Uma das maiores iniciativas corporativas no país, o Programa de Voluntariado da Fundação Telefônica Vivo mobilizou ações simultâneas em 37 cidades, atendendo mais de 46 mil pessoas

Imagem ilustra a nota técnica que exemplifica o termo dvt 2026

No dia 22 de maio, escolas públicas e instituições sociais de diferentes regiões do país receberam um movimento coletivo de transformação. Colaboradores do Grupo Telefônica, familiares e comunidades se reuniram em torno de um propósito comum: contribuir para a construção de espaços mais acolhedores, inclusivos e inspiradores para milhares de pessoas. Assim aconteceu a 22ª edição do Dia dos Voluntários Telefônica Vivo (DVT).

Reconhecido como uma das principais iniciativas de voluntariado corporativo do Brasil, o programa mobilizou mais de 10.500 mil voluntários em ações realizadas simultaneamente em 37 cidades brasileiras. Ao todo, 52 instituições foram beneficiadas— 75% delas voltadas à educação pública, sendo 34 escolas públicas e 18 organizações sociais e impactou mais de 46 mil pessoas, entre crianças, jovens, adultos e idosos.

 

Educação pública como eixo de transformação

“O Dia dos Voluntários Telefônica Vivo traduz, na prática, o nosso propósito de usar a tecnologia e a colaboração como ferramentas de transformação social. Os colaboradores da companhia colocam esse compromisso em ação ao contribuir para o fortalecimento da educação pública e para a ampliação de oportunidades em diferentes regiões do país”, afirma a diretora-presidente da Fundação, Lia Glaz.

Entre as diversas ações do DVT 2026, voluntários criaram e reformaram laboratórios de Ciências, Biologia e Matemática, além de salas de acolhimento e espaços multissensoriais para estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Outro foco da atuação da Fundação, a inclusão digital, foi reforçado com a instalação de laboratórios de informática, espaços maker e estúdios de podcast. Também houve ações de infraestrutura — pintura, revitalização de hortas e jardins, marcenaria e consertos —, além de palestras e workshops sobre carreira, empregabilidade, tecnologia, saúde e bem-estar.

“A iniciativa reforça o poder do engajamento coletivo e mostra como cada ação, seja ela grande ou pequena, pode gerar impactos duradouros na vida das pessoas e nas instituições onde atuamos”, completa Lia Glaz.

 

Impacto positivo na aprendizagem

Os números do DVT ganham vida quando se conhecem as histórias de quem viveu o dia de perto. Na capital paulista, a Etec Getúlio Vargas, instituição de ensino técnico das mais antigas do estado, iniciou sua parceria com a Vivo em 2025 — e já sente os efeitos. O superintendente Cristiano Pereira da Silva lembrou como a primeira edição mudou a cara da escola.

“Após a primeira edição do DVT, em 2025, a escola se transformou em um lugar muito mais inspirador, acolhedor e afetivo. Passamos a aproveitar espaços que antes eram ociosos, e a pintura renovou o ambiente. Esse novo cenário motivou professores, funcionários e alunos, qualificando o espaço dedicado aos estudos e ao processo de ensino-aprendizagem”, contou.

Em 2026, houve novidades. “O projeto permitiu a pintura dos corredores e a revitalização do nosso auditório, que está sendo a cereja do bolo. O auditório recebeu uma nova pintura, além de melhorias no som, no telão e no controle da iluminação. É um projeto incrível e estamos muito felizes com tudo o que está sendo realizado”, disse.

A instalação de uma concertina (cerca de arame), para melhorar a segurança da escola, a poda das árvores e a revitalização dos jardins completaram as intervenções. Ao todo, as ações na Etec Getúlio Vargas devem beneficiar cerca de 2.969 pessoas.

Em Curitiba (PR), o Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) recebeu os voluntários pelo terceiro ano consecutivo. A diretora da escola, Dayane Marques, conta que as várias ações realizadas ao longo deste tempo mudaram a escola e impactaram muito positivamente a vida acadêmica dos estudantes. “A estrutura física renovada favorece o aprendizado. Dessa forma, toda a comunidade escolar tem consciência da importância do cuidado dos ambientes, pois a escola é de todos”, comenta.

Este ano, além da renovação das salas de aula e outros espaços, o CEEP Curitiba também foi contemplado com a montagem de uma sala de recursos audiovisuais com rádio escola e Podcast, estruturas que se somam a uma sala de informática instalada nos anos anteriores. “São espaços que são e serão utilizados intencionalmente durante as aulas para a aprendizagem significativa”, conta a diretora.

 

Estruturas e esperanças renovadas

O idealizador do Projeto Semear, de Goiânia (GO), Arízio Ribeiro dos Santos, ressalta como o DVT é um apoio fundamental para as organizações sociais participantes. O projeto atende, há 28 anos, famílias de bairros periféricos da capital goiana, especialmente crianças e idosos, com atividades educativas, esportivas e de cuidados. “Manter uma associação funcionando não é fácil, então, nesse sentido, a ajuda que os voluntários trouxeram foi muito importante”, comenta Arízio.

Participante do DVT pelo segundo ano, o Projeto Semear recebeu melhorias na horta e teve o acesso reformado para evitar quedas entre as pessoas idosas, além da manutenção dos computadores da sala de informática. Mas o ponto alto, segundo Arízio, foi a criação de uma sala sensorial, que aumentou a capacidade do projeto de atender pessoas com autismo. “É a coisa mais linda!”, comemora Arízio. “A sala ficou muito bonita e funcional, com puffs e decoração com desenhos, e, desde que ficou pronta, está lotando.”

De São Luís (MA), vem outro exemplo de como o DVT impulsiona a atuação das organizações como um todo. Por lá, voluntários da Vivo trabalharam na implementação de um sistema de energia solar na Associação Obras Sociais Frei Antônio Sinibaldi. Além de mais sustentável, o sistema reduz custos e permite investir ainda mais no atendimento da comunidade do bairro São Francisco.

“O impacto deixado pelo DVT não se resume ao dia 22 de maio de 2026”, ressaltou a presidente da associação, Marileide Aquino Silva de Azevedo. “As ações vão impactar positivamente a rotina da instituição, ampliando e qualificando o atendimento ofertado diariamente para pessoas em situação de vulnerabilidade do território.”

Já em Belo Horizonte, a Escola Estadual Professor Agnelo Correia Viana foi incluída entre as instituições participantes do DVT pela primeira vez este ano. A instituição atende 1.178 alunos e conta com 105 funcionários, além de ser espaço para atividades da comunidade do bairro Jardim Leblon, na zona norte da capital mineira. Por lá, as intervenções foram significativas. Os voluntários implantaram um espaço sensorial para estimular diferentes formas de aprendizagem e promover inclusão, construíram uma nova quadra esportiva e renovaram o muro externo com pintura completa. 

A diretora da escola, Graziella da Costa Moreira Souza, destacou que o legado mais importante do evento é o que fica na mentalidade das pessoas. “Espero que os estudantes e as pessoas da comunidade despertem para o valor do voluntariado. Quero que essa semente do voluntariado permaneça na vida de cada um deles daqui em diante”, disse ela. 

 

Legado de transformação

O programa de voluntariado da Fundação Telefônica Vivo é construído ao longo de todo o ano por meio da atuação de comitês locais espalhados pelo país. Em 2026, foram 50 comitês e mais de 400 voluntários envolvidos na organização das ações, desde a escolha das instituições até a mobilização das equipes participantes.

Mais do que melhorias físicas, o DVT deixa um legado de vínculos, pertencimento e fortalecimento comunitário. Um movimento que reforça a importância da colaboração e da participação social na construção de uma educação pública mais inclusiva, inovadora e transformadora.

Nesta edição, o Dia dos Voluntários Telefônica Vivo reafirma seu propósito de conectar pessoas para gerar impacto positivo e duradouro nos territórios onde atua, mostrando que, quando diferentes pessoas se unem em torno de um objetivo comum, a transformação acontece de forma concreta e coletiva.

Veja como foi o Dia dos Voluntários 2026:


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